Linguagem #16 – Referências Bibliográficas

ALENCAR, Marta Vitória de. Da teoria pictórica aos jogos de linguagem. Revista Discutindo Filosofia, São Paulo, n. 9, ano 2, p. 47-49. BUCHHOLZ, Kai. Compreender Wittgenstein. Tradução de Vilmar Schneider. Petrópolis: Vozes, 2008. (Série Compreender). DENETT, Daniel; MACRONE, Michael. Wittgenstein. Disponível em: <http://www.geocities.com/Athens/4539/o_mundo_consiste_de_fatos.htm&gt;. Acesso em: 20 ago. 2008. FLUSSER, Vilém. Língua e realidade. 2. ed. … Continue lendo Linguagem #16 – Referências Bibliográficas

Linguagem #15 – CONCLUSÃO

Quando iniciamos este trabalho, delimitamos nosso percurso intelectual no projeto de monografia, sob a forma de sumário. Agora que chegamos ao momento final da pesquisa, é hora de avaliar se nossos objetivos foram atingidos e de que forma o foram. No primeiro capítulo, buscamos realizar uma contextualização da vida e da obra de Wittgenstein, de … Continue lendo Linguagem #15 – CONCLUSÃO

Linguagem #14 – A palavra enquanto unidade central de significação

A obra aqui explorada tem como cerne o estudo da palavra e seu uso no processo de interação social dos homens. Procura considerá-la em todas as formas e sob todos os aspectos, inclusive, a partir das classes gramaticais e das convenções que se dão em torno do processo linguístico. A palavra é o meio pelo … Continue lendo Linguagem #14 – A palavra enquanto unidade central de significação

Linguagem #13 – Estética e fisiologia da linguagem

Dissemos anteriormente que as palavras adquirem significação mediante as circunstâncias, e que as circunstâncias se vinculam às maneiras de interação social dos homens. Se assim o é, então, é pela análise das formas de vida que podemos vir a compreender nossa própria linguagem. Concebendo o termo forma de vida, Wittgenstein nomeou as relações que se … Continue lendo Linguagem #13 – Estética e fisiologia da linguagem

Linguagem #12 – Realidade, consciência e subjetividade

A maneira como a realidade é percebida conta em muito para a formação disto que chamamos de significação. Por isso achamos conveniente abrir espaço para abordá-la, levando-se em conta sua aplicação como pano de fundo para toda a nossa argumentação. O segundo Wittgenstein pretende desvincular da concepção tradicional de realidade toda a conotação metafísica que … Continue lendo Linguagem #12 – Realidade, consciência e subjetividade

Linguagem #10 – Wittgenstein, o último representante da …

Wittgenstein absorveu influências das mais variadas, como é possível notar na leitura de suas obras. Teve influências de diversos autores, entre os quais destacamos Boltzmann, Hertz, Schopenhauer, Frege, Russell, Kraus, loos, Weininger, Spengler, Sraffa e Moore[1]. Alguns desses, contemporâneos do filósofo em estudo, não receberam maior menção nesta pesquisa, em virtude de suas obras estarem … Continue lendo Linguagem #10 – Wittgenstein, o último representante da …

Linguagem #9 – Dos fundamentos platônico-aristotélicos para os jogos…

Platão, um dos nomes mais expressivos da tradição, tem o mérito de haver sido o primeiro a tratar da linguagem como objeto de investigação filosófica. A obra Crátilo doou à sua investigação uma pesada carga metafísica. Os conceitos nela contidos baseiam-se na dualidade mundo sensível-mundo inteligível, o que, aliás, é a grande descoberta desse pensador. … Continue lendo Linguagem #9 – Dos fundamentos platônico-aristotélicos para os jogos…

Linguagem #8 – Reviravolta metodológico-pragmática e…

Iniciada em 1936, a obra Investigações Filosóficas só veio a ser terminada no ano de 1950. É composta de duas partes distintas, uma das quais foi terminada em 1946 e a outra, bem pouco antes da morte do autor, conforme dito acima. A distinção entre as duas partes se refere à cuidadosa ordenação paragrafal da … Continue lendo Linguagem #8 – Reviravolta metodológico-pragmática e…

Linguagem #7 – A REVIRAVOLTA METODOLÓGICO-PRAGMÁTICA

Neste capítulo, trataremos de explicar a obra em estudo através de dados históricos e de categorias fundamentais do pensamento wittgensteiniano. Pô-lo-emos em relação com as perspectivas de Platão e de Aristóteles, por julgar ser esta a forma mais apropriada de confirmar sua nova vertente do ponto de vista segundo o qual seus predecessores abordaram respectivamente … Continue lendo Linguagem #7 – A REVIRAVOLTA METODOLÓGICO-PRAGMÁTICA

Linguagem #6 – O segundo Wittgenstein e a linguagem como condição de possibilidade…

Entramos na segunda fase de Wittgenstein. O itinerário por nós percorrido até aqui é de fundamental importância para que possamos compreendê-la, pois é contrapondo-se suas duas fases que se torna possível chegar a um entendimento acerca das suas Investigações. Nesta fase, Wittgenstein assume uma perspectiva de frontal oposição em relação à tradição, que tem sua … Continue lendo Linguagem #6 – O segundo Wittgenstein e a linguagem como condição de possibilidade…